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Christian Dior (nasceu em Granville, 21 de janeiro de 1905 — morreu em Montecatini Val di Cecina, 24 de outubro de 1957) foi um importante estilista francês. É o fundador da empresa de vestuário Christian Dior S.A., uma das mais famosas da moda mundial.
Filho de um comerciante de fertilizantes da região do Canal da Mancha, desejou ser artista plástico, mas foi enviado para Paris a fim de estudar Relações Internacionais, uma vez que o seu pai queria que o filho seguisse a carreira diplomática.
Ainda jovem começou a frequentar ateliês de pintura e de desenho, chegando mesmo a pintar alguns quadros. Mas foi a sua habilidade para desenhar roupas que lhe proporcionou uma carreira internacional. O seu círculo de amigos expandiu-se e conheceu um importante empresário da indústria têxtil, que lhe garantiu patrocínio para a produção de algumas peças. O investimento que foi bem sucedido: os seus traços e a visão que tinha do corpo feminino causaram fascínio e delírio e, em 1947 inaugurou a Mansão Dior de que o mundo pós-guerra necessitava. Além de causar fascínio pela sua elegância e luxo, o conceito do New Look vinha carregado de extravagância e exagero: vestidos tradicionalmente feitos com 5 metros de tecido, agora usavam até 40 metros. Isso também ajudou a repercussão do conceito permitindo encerrar a mentalidade do racionamento no pós-guerra. Durante a guerra, Dior vestia desde as esposas dos generais do império Nazista às mulheres francesas.
Ao longo de sua carreira fez a própria tradução física dos sonhos e da fantasia humana através de seus vestidos. Morreu durante suas férias em Montecatini Val di Cecina, Itália, no dia 23 de outubro de 1957, vítima de um ataque cardíaco.

Somente a inevitável teatralidade da minha vida me interessa.” – Leonor Fini
A história da alta costura está intimamente ligada à história da arte moderna. O couturier é um artista para si mesmo e a palavra “atelier” designa igualmente o estúdio de um artista ou o de um designer. Mas o verdadeiro “estúdio” de um artista é o espírito dele. É nesta dimensão, localizada em algum lugar entre sonho e realidade, ou imaginação e realização, que Maria Grazia Chiuri, diretora artística das coleções femininas da casa, prossegue suas pesquisas e explorações. Porque a alta costura é um sonho de moda. É um lugar onde não há limites para empurrar limites e experimentar com técnica, material e forma. A imersão no coração do movimento surrealista possibilitou trazer um novo sopro de imaginação para a coleção de alta costura primavera-verão de 2018, conjurando um outro mundo e uma constante ilusão de ótica.

Fonte: site da Dior

Primevera/Verão  2018     Haute Couture Show

Listas, bolas, quadriculados, geométricos… todos fazem parte da moda.

Abraços

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